Célula mesenquimatosa Wikipédia, a enciclopédia livre

Neste ensaio, discutiremos o papel da biologia na medicina, com foco nas células mesenquimais. A origem das células e a manipulação de embriões são preocupações éticas que devem ser abordadas para garantir o uso responsável dessas terapias (Weiss et al., 2019). Estudos pré-clínicos emocionantes que as células mesenquimais podem melhorar a função cardíaca e a vascularização do coração após um infarto do miocárdio (Galipeau e Layne, 2013). Outra promissora aplicação das células mesenquimais é no campo da medicina regenerativa cardiovascular (Galipeau e Layne, 2013). Elas têm a capacidade de se diferenciar em células de diferentes linhagens, incluindo células ósseas, cartilaginosas, musculares e adiposas (Monsarrat et al., 2019).

Quando os fibroblastos podem se contrair, eles são renomeados para miofibroblastos. Outro termo, considerado um pouco mais preciso quando usado para descrever esse tipo de célula-tronco, é “células estromais multipotentes”. Outro termo relacionado, “células-tronco mesenquimais”, às vezes é usado de forma intercambiável com o termo “células estromais da medula” para descrever células-tronco indiferenciadas.

  • Os ossos são estruturas tubulares responsáveis ​​pelo suporte do corpo.
  • Consiste em uma substância do solo, composta de proteínas e água e de textura gelatinosa, que protege e sustenta as células e as fibras reticulares.
  • Os tipos de células derivados desse tecido são fibroblastos, mesotélio, endotélio, adipócitos, mioblastos, condroblastos e osteoblastos.
  • As células desses tecidos não possuem conexões e são dispostas livremente no meio, separadas por abundante matriz extracelular.

Células mesenquimais

As células mesenquimais são de tamanho pequeno, sua forma geralmente é alongada ou estrelada e têm um núcleo heterocromático. O principal componente dos tecidos "moles" é o colágeno, uma molécula de proteína cuja estrutura é uma fibra. A matriz extracelular é secretada por fibroblastos e é composta principalmente por várias proteínas, proteoglicanos, glicosaminoglicanos e ácido hialurônico. Ela se diferencia em muitos tipos diferentes de células, como os fibroblastos, osteoblastos, condrócitos, leucócitos e o mastócito.

Células Mesenquimais: Papel da Biologia na Medicina

Os lipomas são tumores do tipo benigno e são bastante freqüentes no tecido mesenquimal. Devido à sua localização, é uma lesão difícil de tratar, pois pode afetar outras estruturas vitais, como a artéria carótida e parte do tecido cerebral. Eles são o produto de uma proliferação celular descontrolada na cartilagem hialina madura, nas regiões metafisárias dos ossos da ossificação endocondral. A cartilagem é uma estrutura forte e suficientemente densa, mas mantém propriedades resilientes. Suas estruturas são rígidas e fortes, graças às quais os componentes mesoderme extracelulares passam por um processo de calcificação, que dá origem à matriz óssea.

Tipos e funções

É mais comum em homens do que em mulheres e geralmente aparece entre 50 e 70 anos de idade, embora também apareça em estágios iniciais de vida. Como os condromas, os cordomas são tumores ósseos, embora os últimos sejam malignos. É uma lesão rara que se apresenta como um crescimento celular progressivo e anormal que não apresenta dor, podendo ou não comprimir outras estruturas. O cavernoma ou angioma cavernoso é uma malformação relacionada às estruturas vasculares.

O que é mesênquima?

Os angiomas são tumores benignos devido ao crescimento anormal dos vasos sanguíneos (veias, artérias ou capilares). Ele é responsável pela produção de células do sangue, como eritrócitos, granulócitos, monócitos, linfócitos, plaquetas, entre outros. O tecido hematopoiético é composto de plasma sanguíneo, que tem funções de transporte de nutrientes e trocas gasosas. Este tipo de músculo tem um alto número de mitocôndrias e mioglobina. O músculo cardíaco é semelhante ao músculo esquelético na estrutura, mas é involuntário.

A compreensão dos mecanismos moleculares que governam a diferenciação e a diferenciação das células mesenquimais é essencial para otimizar sua eficácia terapêutica. A biologia desempenha um papel fundamental na compreensão e na utilização das células mesenquimais na medicina. Estudos pré-clínicos emocionantes que as células mesenquimais podem melhorar a função cardíaca e a vascularização do coração após um infarto do miocárdio. Outra promissora aplicação das células mesenquimais é no campo da medicina regenerativa cardiovascular.

Além disso, as células mesenquimais também têm sido estudadas como uma opção de tratamento para feridas crônicas, como úlceras diabéticas, devido à sua capacidade de promover a cicatrização e a irrigação do tecido. Além disso, as células mesenquimais possuem propriedades imunomodulatórias, o que as torna ideais para uso terapêutico. Sua capacidade de se diferenciar em vários tipos de células tem esperança para o campo da medicina regenerativa. Com aplicações clínicas promissoras em várias doenças, essas células representam uma esperança real para pacientes em todo o mundo (Weiss et al., 2019). É importante considerar como questões éticas relacionadas ao uso de células-tronco, incluindo células mesenquimais (Weiss et al., 2019). A compreensão dos mecanismos moleculares que governam a diferenciação e a diferenciação das células mesenquimais é essencial para otimizar sua eficácia terapêutica (Weiss et al., 2019).

Tumores

Além disso, as células mesenquimais possuem propriedades imunomodulatórias, o que as torna ideais para uso terapêutico (Galipeau e Layne, 2013). Os histiocitomas são tumores formados em tecidos moles e podem ser benignos ou malignos. Os condromas são tumores benignos que ocorrem nos ossos, geralmente nas mãos. Os angiomas não são capazes de migrar para outros tecidos do indivíduo e não formam tumores malignos. Eles são responsáveis ​​por gerar todos os componentes da matriz extracelular.